Arquivo da categoria: Crianças Conscientes

Fertilizantes naturais – horta orgânica

Padrão

Resultado de imagem para fertilizantes naturais

E aí, como está indo sua horta feita em casa? Ainda não criou a sua?! Então mãos à obra! Em nosso post anterior passamos as dicas de como começar uma horta orgânica em casa. E agora nesse post, vamos tratar de uma questão que vem a complementar o tema: fertilizantes que não agridem o meio ambiente.

A seguir listamos (não por grau de eficiência ou importância) alguns dos mais simples fertilizantes naturais para você enriquecer sua hortinha  🙂 .

Resultado de imagem para fertilizantes naturais1. Cascas de crustáceos: da próxima vez que almoçar ou jantar camarão, lagosta ou caranguejo guarde as cascas e aproveite-as enquanto adubo para o jardim. Abra um buraco na terra de cerca de 60 cm e deite aí as cascas de crustáceos trituradas – em poucas semanas dá-se a compostagem e a terra será beneficiada com nitrogênio, fósforo e lima/alcalina. Saiba que um mês depois pode voltar a abrir o buraco, retirar o fertilizante e aplicá-lo noutro sítio do jardim, para obter os mesmos efeitos positivos.

2. Restos de peixe: as partes que sobrarem do peixe após uma refeição – cabeças, rabos, entranhas – revelaram-se fertilizantes muito nutritivos para as plantas, principalmente aquelas que requerem muito nitrogênio (caso dos tomates e do milho). Abra um buraco na terra de cerca de 60 cm e deite aí os restos de peixe – para além de nitrogênio, a terra será enriquecida com sais minerais e cálcio. Reutilizar aquilo que adquirimos e consumimos é uma das formas de viver uma vida mais verde.

3. Borras de café: ricas em nitrogênio, potássio e fósforo, as borras de café podem ser aproveitadas para fertilizar as plantas, bastando para isso espalhá-las em torno das plantas de vaso ou do jardim. Este ingrediente – que afasta lesmas e caracóis das plantas – é ainda excelente para a compostagem e pode ser diluído em água para criar um fertilizante líquido.

4. Esterco animal: outro tipo de adubo orgânico já utilizado amplamente por hortelões urbanos é o esterco de animais herbívoros, como vacas, ovelhas e cavalos. O que muita gente não sabe é que os dejetos dos animais não podem ser depositados na terra de imediato. É preciso que permaneçam misturados e diluídos na água por, pelo menos, duas semanas, expostos ao sol durante a maior parte do dia, explica a hortelã Samantha Kusniaruk, que também é formada em botânica. Depois do tempo citado acima, você pode usar o líquido gerado no processo para borrifar sobre as plantas, além de usar o estrume curtido para adubar a terra. Caso o hortelão adicione o esterco assim que produzido pelo animal, sem deixá-lo exposto ao sol e diluído, os dejetos podem queimar e quebrar as raízes das plantas.

Resultado de imagem para fertilizantes naturais5. Consólida ou consolda-maior: uma conhecida planta da jardinagem orgânica tem, para além das suas propriedades terapêuticas, excelentes resultados enquanto fertilizante. A consólida ou consolda-maior (Symphytum officinale) está recheada de potássio, fósforo, magnésio, vitaminas e sais minerais altamente benéficos para a terra e as plantas. Para a sua preparação, junte 1 parte de folhas da planta com 2 partes de água, misture bem e deixe ao sol durante um dia ou dois. Escoe e utilize as folhas na compostagem, aplicando a água como fertilizante ecológico.

6. Grama: quando capinar o quintal, não dispense a grama cortada. Recolha uns bons punhados e distribua sobre a terra. Além de deixar o ambiente mais verde, as ervas são fonte riquíssima de nitrogênio. Quando se decompõe, a grama recém cortada enriquece o solo em que foi colocada com diversos nutrientes benéficos ao desenvolvimento de qualquer vegetal.

7. Urtigas: a dica de fertilizante natural do hortelão Cauê Azeredo é uma solução à base de urtigas. Ele recomenda colher as folhas da planta e deixá-las de molho em um balde com água por cerca de uma semana, longe do sol ou expostas a temperaturas muito baixas ou muito altas. Depois de sete dias, Azeredo explica que é preciso retirar as folhas da água e dispensá-las, armazenando somente o líquido, que pode ser borrifado semanalmente no solo e nos vegetais da horta. Por fim, ele lembra que é importante não se esquecer de calçar luvas quando for colher as urtigas!

8. Cascas de ovos: outro produto que vai para o lixo, mas pode virar um importante fertilizante orgânico, já que é rico em cálcio e potássio, é a casca do ovo. O hortelão Cláudio Poletto utiliza a técnica há cerca de três anos e afirma que o método aumentou drasticamente a resistência das plantas e diminuiu a quantidade de larvas maléficas ao desenvolvimento dos vegetais. Ele recomenda que as casas sejam lavadas, trituradas em diminutos grãos e adicionados no entorno de cada muda. A hortelã Maria de Lurdes Goulart disse que também usa a técnica, mas adiciona as cascas de ovo à terra antes de plantar as mudas.

9. Cinzas de madeira: ricas em potássio, fosfato e microminerais, as cinzas de madeiras podem ser efetivas no aumento do resistência das plantas, além de combate a pragas. A dica da hortelã Camila Flôr é misturar as cinzas – cerca de um quarto de uma xícara – com um litro de água e borrifar na horta uma vez por mês.

Resultado de imagem para fertilizantes naturais1o. Compostagem: método mais comum entre os hortelões urbanos, a compostagem é uma mistura de restos de comida e de substância ricas em nitrogênio, como palha, grama e folhas secas. A hortelã Fabiana Mendes costuma triturar restos de comida e misturá-lo às substância já citadas, adicionando e misturando tudo à terra, antes de plantar uma nova muda. O hortelão Leandro Castelli prefere colocar a compostagem sobre o solo, não dentro dele, e disse obter bons resultados com o método.

11. Húmus da minhoca: é o produto resultante da decomposição da matéria orgânica digerida pelas minhocas. É  a forma mais decomposta de matéria orgânica, o que facilita a sua degradação por micro-organismos do solo e facilita a liberação de nutrientes. Entre suas qualidades estão:

– Bons teores de macronutrientes (nitrogênio, potássio, fósforo,  enxofre, cálcio e magnésio) e especialmente de micronutrientes (cobre, molibdênio, zinco, ferro, e cloro)

– Durante seu processo digestivo as minhocas promovem um aumento da população de micro-organismos, principalmente bactérias benéficas, sendo o húmus de minhocas uma excelente fonte de micro-organismos para o solo.

– Não tóxico para as plantas, os animais e o homem.

– Proporciona um equilíbrio nutricional às plantas, pois as substâncias que contém são liberadas lentamente.

– Antecipa e prolonga os períodos de florada e frutificação das plantas.

12. Farinha de ossos: é um produto oriundo de ossos bovinos que são incinerados a mais de 500 graus de temperatura até a queima total. Após um período de resfriamento estas cinzas são moídas. A farinha de ossos é um adubo orgânico rico em fósforo e cálcio, elementos essenciais ao crescimento, floração e frutificação das plantas. É o principal fertilizante orgânico fonte de fósforo, elemento absorvido pelas raízes das plantas e determinante para o aumento da produtividade. Outra vantagem da farinha de osso é que sua solubilização é lenta, o que garante o suprimento de fósforo as plantas por um bom tempo, diferente que os superfosfatos (fertilizantes inorgânicos) que tem uma rápida solubilização em água.

13. Fino de carvão: o fino de carvão é uma forma bastante estável da matéria orgânica do solo utilizado na composição de substratos orgânicos. É um material poroso, o que permite aumentar a capacidade de retenção de água e de absorção de compostos orgânicos solúveis.  Facilita a proliferação de organismos benéficos, além de possuir em sua composição elementos minerais como: magnésio, boro, silício, cloro, cobre, manganês, molibdênio e, principalmente, potássio. No Brasil, um exemplo do efeito benéfico do carvão são os solos da Bacia Amazônica chamados Terra Preta de Índio . Eles teriam sido produzidos com a combinação de carvão vegetal, cerâmica e matéria orgânica de origem vegetal e animal.. Se estima que a produtividade dos solos pretos é 15% maior do que os outros solos.

14. Torta de mamona: a torta de mamona, produzida durante a extração do óleo, é um importante subproduto da cadeia produtiva da mamona. Se trata de uma rica fonte de nitrogênio de lenta liberação que também funciona como condicionador de solo, elevando o nível de matéria orgânica. Outro efeito bem documentado da torta de mamona é o controle de fitonematóides, quer seja pelo efeito nematicida direto quando aplicada no solo, pela liberação de substâncias tóxicas decorrentes do processo de decomposição, ou mesmo pela estimulação da microbiota natural do solo antagônica a estes fitopatógenos.

15. Bokashi: produto da agricultura natural japonesa, o Bokashi é um fermentado com organismos vivos que acelera a decomposição da matéria orgânica, colocando a disposição das plantas minerais importantes ao seu desenvolvimento. É um recurso que associado a práticas de incorporação de matéria orgânica, auxiliando o processo de recuperação da vida do solo e da sua fertilidade.

Melhora as condições físicas, químicas e biológicas do solo, proporcionando às plantas as condições ideais para o pleno desenvolvimento. Favorece o ambiente para que as raízes e microrganismos se beneficiem mutuamente. As raízes, além de absorver nutrientes do solo, secretam substâncias nutritivas, sendo que esta secreção ocorre na rizosfera, onde os microrganismos atuam. Estes por sua vez, absorvem substâncias de difícil assimilação e as transformam em substâncias assimiláveis pelas plantas, proporcionando uma nutrição equilibrada e fortalecendo a planta contra o ataque de pragas e doenças.

O adubo orgânico pode ser aplicado via foliar ou via gotejamento (Bokashi líquido) ou diretamente no solo (Bokashi líquido e/ou farelado).

 

Fontes: http://umavidaverde.com/artigos/5-fertilizantes-ecologicos-para-preparar-casa

http://revistagloborural.globo.com/Cidades-Verdes/noticia/2015/12/12-opcoes-de-adubo-organico.html

http://blog.mundohorta.com.br/adubos-organicos/

 

Anúncios

Horta Orgânica

Padrão

A alimentação orgânica vem se fortalecendo como uma alternativa mais saudável e sustentável em relação à produção agrícola que se utiliza de agrotóxicos que causam inúmeros prejuízos ambientais e ecológicos. A maior parte do lixo orgânico que produzimos pode ser transformado em um rico composto (húmus), ideal para utilizarmos em uma horta em nossa casa, favorecendo um ciclo de redução de resíduos (que iriam para um aterro) e sustentabilidade. Que tal resgatar o contato com a terra e elementos da natureza, e ainda contribuir com sua saúde e de sua família com alimentos livres de defensivos químicos, produzidos em sua própria casa (ou talvez em uma horta comunitária em seu bairro)?

A seguir transcrevemos uma matéria do site Ecycle que ensina como criar sua própria horta orgânica em casa! Mãos à obra e boa sorte! 😉

Enquanto a indústria de pesticidas e fertilizantes químicos agride a natureza e a nossa saúde, o cultivo de vegetais orgânicos cresce e traz muitos benefícios. Conheça-os aqui e siga os seguintes passos básicos para ter sua própria horta orgânica:

1. Preparar a terra

Você deve começar revolvendo a terra para deixá-la bem aerada, para que as plantas aproveitem melhor os nutrientes. Ela também deve estar solta o bastante para que se possa adubá-la e começar a plantar. Prefira adubar nos meses quentes, entre setembro e março.

2. Ter uma composteira

Plantas precisam de uma terra rica em nutrientes para crescer, mas fertilizantes químicos são prejudiciais ao meio ambiente. Você pode adubar a terra com o húmus que resulta da compostagem, que é muito simples de fazer (veja aqui as instruções). Adquira aqui sua composteira.

3. Escolher suas plantas

Cada planta tem seu clima ideal para crescer, então sua horta terá mais sucesso se você escolher os vegetais que se dão melhor na sua região. Por exemplo, o rabanete cresce melhor no frio, enquanto a berinjela é mais fácil de ser cultivada em lugares quentes. Escolha as sementes e mudas certificadas como orgânicas.

Segundo o CPT (Centro de Produções Técnicas), existem quatro tipos básicos de hortaliças e ter pelo menos uma de cada tipo em seu prato proporciona uma riqueza de sabores e nutrientes. Elas são:

• Hortaliças folhosas: espécies como alface, almeirão, rúcula, chicória, brócolis, couve-manteiga, couve-flor, entre outros;

• Hortaliças de frutos: abobrinha, abóbora, quiabo, pepino, pimentão, tomate, jiló, feijão-vagem, chuchu, entre outros;

• Hortaliças tuberosas (raízes, tubérculos e rizomas): cenoura, beterraba, rabanete, cará, inhame, batata-doce, entre outros;

• Hortaliças condimentares: alho, cebola, cebolinha, salsa, hortelã, manjericão, coentro, manjerona, entre outros.

4. Plantar

Para saber como plantar cada um de seus vegetais, considere seu modo de crescimento: plantas rasteiras, por exemplo, precisam de mais espaço entre elas, para que possam se espalhar. Mas tome cuidado para não deixar um espaço grande demais e permitir o surgimento de ervas daninhas.

5. Regar

Os melhores horários para regar sua horta são os menos quentes do dia (antes das 10h e depois das 16h), assim as plantas absorvem melhor a água. Procure regar as raízes e não as folhas. As gotas de água na superfície das folhas, quando irradiadas pelo sol, produzem um efeito igual a uma lente, queimando as folhas.

Regue sua horta com bastante água uma ou duas vezes por semana e com menos água nos outros dias, apenas para manutenção. Você pode reaproveitar a água da chuva (saiba mais).

6. Retirar ervas daninhas

Aqui você pode fazer um bom exercício físico, arrancando manualmente as invasoras. Arranque pela raiz, para inibir seu crescimento.

Para evitar que as ervas daninhas apareçam, você pode cobrir com folhas secas os espaços entre as suas hortaliças.

7. Proteger contra pragas

Existem muitas maneiras de proteger sua horta contra pestes sem utilizar produtos nocivos ao meio ambiente. Nesta matéria, nós mostramos cinco dessas maneiras. Aqui vão mais algumas (clique nos links para saber mais detalhes):

• Pesticidas caseiros: com ingredientes comuns na cozinha, você pode combater fungos, insetos, ácaros e até ratos.

• Atraentes e repelentes biológicos: substâncias naturais podem te ajudar a fazer armadilhas contra as pragas que atacam sua horta.

• Plantio consorciado: consiste em plantar duas ou mais espécies de plantas juntas, de forma que uma sirva de repelente para as pragas da(s) outra(s). Não esqueça de tomar cuidado para não acabar colocando juntas espécies que roubarão nutrientes uma da outra. As plantas devem ser companheiras. (veja seis tipos de plantas que funcionam como repelentes naturais de insetos)

• Biopesticidas: são micro-organismos que agem especificamente contra os insetos invasores, não agredindo a planta, os pássaros, o solo ou qualquer um que pudesse sofrer com os pesticidas convencionais.

• Óleo essencial de neem: atua como pesticida, repelente e ainda nutre o solo. Adquira aqui seu repelente de neem.

8. Colher

Quando seu trabalho der frutos, colha-os nas horas menos quentes do dia, para que a planta perca menos água. Se achar que deu frutos demais, dê alguns para seus parentes e amigos ou  cozinhe e congele o excedente, para poder aproveitar depois.

Bom trabalho e bom apetite!

Fonte: http://www.ecycle.com.br

Ecoturismo e desenvolvimento sustentável

Padrão

O ecoturismo dentro do setor turístico, é o segmento que mais tem crescido e se destacado nos últimos anos mundialmente. Sua atuação é abrangente, e abarca o turismo de aventura, o pedagógico, e o científico por exemplo, promovendo uma atuação fundamentada no desenvolvimento sustentável, cuja exercício valoriza o meio ambiente natural e cultural, e o fortalecimento da cadeia econômica das comunidades locais. A atividade baseia-se em disseminar educação e conscientização ambiental, de maneira economicamente viável, ambientalmente correta e socialmente justa. “Ecoturismo é o segmento da atividade turística que utiliza, de forma sustentável, o patrimônio natural e cultural, incentiva sua conservação e busca a formação de uma consciência ambientalista por meio da interpretação do ambiente, promovendo o bem-estar das populações” segundo o Ministério do Turismo.

Ruínas da Lagoinha Ubatuba - SP

Ruínas da Lagoinha Ubatuba – SP

A Manacá Pitanga Ecoturismo, agência de turismo local de Ubatuba, tem como valores e missão o foco na responsabilidade socioambiental, e o objetivo de proporcionar excelência em qualidade e segurança em seus produtos e serviços.

A Manacá Pitanga realiza reservas em meios de hospedagem no nunicípio; elabora roteiros personalizados com programações que contemplam o histórico-cultural e ambiental de Ubatuba, fortalecendo assim a cadeia econômica local, através de trilhas (com guias e monitores credenciados e habilitados a agir com conhecimento em gerenciamento de risco e primeiros socorros), culinária típica, comunidades tradicionais (indígenas, caiçaras e quilombolas) e atividades de aventura. Atende famílias, grupos, empresas e escolas com roteiros personalizáveis que visam suprir as necessidades e expectativas de seus clientes, além de roteiros e trilhas já pré-definidos encontrados no site.

Conheça mais sobre a agência e sua atuação, e fique por dentro de lançamento e eventos. Entre em contato e garanta uma estadia fantástica em uma das cidades mais belas do país!

Manacá Pitanga

Site: http://manacapitanga.com.br/

E-mail: contato@manacapitanga.com.br   ou

manacapitanga@gmail.com

Tel: (12) 99759 2338/ 99250 3925

Os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

Padrão
17 objetivos de desenvolvimento sustentável

17 metas globais para o desenvolvimento sustentável

 

Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) que foram firmados como compromisso na Cúpula das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável, que aconteceu entre 24 e 27 de setembro deste ano em Nova York, entre governos e líderes de estado, são um grande desafio a ser alcançado. Após mais de três anos de discussão, o documento resultante é um plano de ação, a Agenda “Transformando Nosso Mundo: A Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável” onde são apontadas 17 Metas Globais, os ODS, e 169 metas rumo ao desenvolvimento: ambiental, social e econômico. Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) aprovados fundamentam-se nos 8 Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) – este último que se findaria ao final deste 2015.

O que se propõe através dessa Agenda é uma somatória de esforços tanto por parte dos governos, quanto do setor público e privado, a fim de consolidar o que foi definido através de medidas que realmente direcionem o mundo para um caminho mais sustentável.

Então vamos unir forças! 🙂

Conheça melhor sobre cada um dos 17 ODS. Saiba mais:

Agenda 2030 – 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ONU)

Objetivos de Desenvolvimento do Milênio

 

O consumo de pescado no Brasil

Padrão

O brasileiro está consumindo cada vez mais pescado, e o governo através de seu Plano de Desenvolvimento Sustentável – Mais Pesca e Aquicultura fomenta ações para fortalecer o setor, e incitar as pessoas a consumirem um alimento mais saudável. A fim de reforçar essa premissa, o Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) realizou nos anos de 2009 e 2012 uma pesquisa a fim de mapear o consumo de pescado nas escolas da rede pública do nosso país, para criar mecanismos institucionais de estímulo ao consumo por parte dos alunos, fortalecendo a cadeia produtiva e disseminando essa ideia.

pescado-fresco bioespacio.comSegundo o Ministério da Pesca e Aquicultura, entre os anos de 2003 e 2013 o consumo de pescado mais que dobrou no país, chegando a uma média de 14,5 kg por habitante/ano no ano de 2013. O recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) é de pelo menos 12 kg habitante/ ano. A partir daquele mesmo ano, a aquicultura (cultivo e produção de organismos aquáticos em áreas costeiras e continentais voltadas, principalmente, ao consumo humano) brasileira foi incluída nos relatórios do IBGE apontando que a produção total da piscicultura foi de 392,493 mil toneladas, sendo a região do centro-oeste a maior produtora (26,8%) e na quinta posição a região sudeste (12,8%). A tilápia foi o peixe mais cultivado representando 43,1 % da produção nacional. A piscicultura representa 66,1% da produção no cenário da aquicultura, seguido da carcinicultura (cultivo do camarão) com 25%. A aquicultura é uma alternativa à superexploração da pesca extrativista dos oceanos e mares. Objetiva-se dessa maneira atender à demanda crescente do mercado, através de alimentos cujo ciclo de cultivo garanta qualidade nos padrões e normas de segurança alimentar; aprimoramento de técnicas o menos impactantes ambientalmente; e fortalecimento de uma atividade econômica e social relevante e cada vez mais expressiva.

 

Uma rica fonte de nutrientes na alimentação

opergel.com.brO peixe é um alimento rico em proteína (cerca de 26%), vitaminas A, D e E, além das do complexo B, e minerais: cálcio, fósforo e ferro. Contem ácidos graxos essenciais (AGEs), sendo os principais os poli-insaturados (AGPIs), dentre os quais Ômega 3 (ácido linolênico) e Ômega 6 (ácido linoleico), que tem grande eficiência no combate à incidência de doenças cardiovasculares. Pesquisas iniciadas a partir da década de 1950 apontam que ácidos graxos insaturados estão relacionados à redução das taxas de colesterol, assim como no risco de doenças como o câncer e artrite. Os AGEs não são produzidos pelo organismo humano, sendo por isso necessária sua obtenção via alimentação. Sua importância está no fato de participarem da construção das células vivas, e sua deficiência acarreta prejuízos fisiológicos e bioquímicos na funcionalidade e desenvolvimento da célula segundo a pesquisadora científica Cristiane Rodrigues Pinheiro Neiva. Ainda segundo Cristiane, o DHA (ácido docosahexaenoico) representado na alimentação pelo Ômega 3, ajuda no processo de desenvolvimento da retina e do cérebro. Estudos relacionados a suplementação de DHA na alimentação de crianças em idade escolar, revelaram que houve redução no estresse, e aumento da capacidade de concentração destas. Isso leva a deduzir o quão importante é a ingestão de tais nutrientes pelo organismo, e o quanto influenciam no desenvolvimento neural na infância, desde até mesmo a gravidez, e durante a amamentação.

 

Contaminação e agentes poluentes

infofich.orgOs diferentes tipos de poluição acarretam consequências graves em nossos recursos naturais. São muitos os tipos de agentes contaminantes decorrentes de processos industriais e demais atividades antrópicas de degradação ambiental. Presentes no ambiente aquático, esses poluentes são absorvidos pelos organismos do meio, contaminando os ecossistemas em questão e consequentemente toda a cadeia alimentar. O mercúrio, por exemplo, tem efeito bioacumulativo, ou seja, sua concentração nos organismos que o absorveram aumentam à medida em que estes se alimentam de outros organismos também contaminados. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) estabelece os limites aceitos de contaminantes inorgânicos (como mercúrio, arsênio, chumbo, cádmio e estanho) nos alimentos, a fim de garantir níveis toxicológicos toleráveis à saúde.

Como programas sanitários de monitoramento e fiscalização da qualidade há o Programa Nacional de Controle Higiênico-Sanitário de Moluscos Bivalves (PNCMB) e a Rede Nacional de Laboratórios do Ministério da Pesca e Aquicultura (Renaqua), este último responsável pelos testes laboratoriais. Há também o Plano Nacional de Controle de Resíduos e Contaminantes (PNCRC) do MAPA (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento), que através de seus procedimentos e de sua rede de laboratórios, realiza monitoramento da qualidade dos produtos e de sua cadeia produtiva, inclusive do pescado, PNCRC/Pescado.

É importante o consumidor estar atento à procedência do que ele compra, e de onde compra. E sempre que desconfiar que talvez o produto não esteja atendendo aos padrões de qualidade e segurança alimentar, buscar informações junto aos órgãos competentes e de vigilância sanitária.

 

Legislação brasileira

Os mecanismos legislativos e de fiscalização existentes no país, apoiam-se no Código de Pesca, Lei nº 11.959 de 29 de junho de 2009, que institui a Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável da Aquicultura e da Pesca. Na esfera estadual, temos a Lei nº 11.165 de 27 de junho de 2002, que institui o Código de Pesca e Aquicultura no estado. Com esses instrumentos, regulamentam-se as atividades pesqueiras, os tipos de pesca, embarcações, o acesso aos recursos pesqueiros, e sustentam-se diretrizes a fim de garantir um “desenvolvimento sustentável da pesca e da aquicultura como fonte de alimentação, emprego, renda e lazer, garantindo-se o uso sustentável dos recursos pesqueiros, bem como a otimização dos benefícios econômicos decorrentes […] (Lei nº 11.959/09, Art 1º). A Instrução Normativa nº 2, de 25 de janeiro de 2011, dá o parecer sobre os procedimentos administrativos e possibilita às pessoas físicas, a inscrição no Registro Geral da Atividade Pesqueira (RGP). Através dessa inscrição, e cumprindo-a em todos os itens, o pescador está apto para receber o Seguro defeso, que é um benefício voltado aos pescadores e sua família. A finalidade é garantir uma renda, de um salário mínimo, aos beneficiários para manterem-se durante a época da reprodução das espécies, em que ficam impedidos de pescar, sendo essa proibição sustentada por lei.

 

Cuidados na escolha, manipulação e consumo do pescado

portalvaledoribeiro.com.br

portalvaledoribeiro.com.br

O Ministério da Pesca e Aquicultura, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e o Ministério da Saúde estabelecem critérios, e dão dicas de como escolher e o que observar na hora da compra, saber distinguir e verificar se o pescado é ou está fresco e devidamente resfriado, observando a textura, cor e odor; se congelado está em temperaturas abaixo de -15º, e em como proceder no armazenamento e na preparação em casa.

O objetivo é:

  • Alertar as pessoas sobre os cuidados na escolha do pescado;
  • Conscientizá-las sobre a época de defeso dos principais pescados comercializados em nossa região, assim como sobre o tamanho que está vinculado a preservação do ciclo de maturação das espécies;
  • Informá-las sobre como proceder na escolha do pescado, de modo a diferenciar pontos importantes na identificação da qualidade, e condições higiênicas;
  • Incentivar o consumo do pescado de maneira consciente e o mais sustentável possível, com ética e responsabilidade socioambiental.
abras.com.br

abras.com.br

O consumidor deve estar elucidado acerca das etapas, deste a captura, armazenamento, transporte e estocagem para venda, a fim de escolher com mais cautela, e exigir esclarecimento às suas dúvidas. Da mesma forma, precisa estar ciente do próprio comportamento, desde a compra, certificando-se da procedência para garantir que o produto está dentro dos parâmetros de qualidade; assim como em relação ao manuseio e conservação do produto, objetivando a não proliferação de possíveis agentes contaminantes. É necessário estarmos cientes de nosso papel como cidadãos e consumidores conscientes e atuantes, contribuindo assim, além da opção de uma alimentação mais saudável, para o direcionamento de uma economia favorável e um desenvolvimento mais sustentável.

Links recomendados:

Cartilha consumo pescado

Ouvidoria MAPA (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento)

Ouvidoria MPA (Ministério da Pesca e Aquicultura)

 

Mata Atlântica – Manacá Pitanga

Padrão

O texto a seguir foi retirado do site da Manacá Pitanga, que é uma agência no segmento de ecoturismo, cujo fundamento é a educação ambiental, e que proporciona roteiros dentro do município de Ubatuba, litoral norte de São Paulo, em meio a exuberância da Mata Atlântica.

MATA ATLÂNTICA

IMG_0107 (1280x960)Muito fragmentada e reduzida a menos de 8% de sua área original que cobria uma extensão de 1.300.000 km2, a Mata Atlântica é um dos biomas de maior importância no planeta devido sua rica biodiversidade. Ela exerce um relevante papel na regulação climática; garante estabilidade de encostas e morros, visto que seus remanescentes mais significativos ocorrem em áreas de grande declividade; assegura fertilidade ao solo; proporciona abastecimento hídrico para os mais de 145 milhões de habitantes, ou quase 72% da população brasileira, e está presente em 3.429 municípios brasileiros, segundo estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2014. Destes, 2.481 municípios tem seus territórios totalmente inseridos no bioma, enquanto outros 948 municípios estão parcialmente inclusos. Ela engloba 17 estados brasileiros, indo do Ceará ao Rio Grande do Sul, além de outros dois países sul-americanos, Paraguai e Argentina.

As florestas da Mata Atlântica abrigam a mais rica diversidade de árvores em todo o mundo, totalizando mais de 20 mil espécies de plantas, onde 8 mil destas representantes são endêmicas, ou seja, não ocorrem em nenhum outro local. Dentre alguns exemplos dessa exuberante flora estão o jequitibá-rosa que pode alcançar 40 metros de altura, o pau-brasil, cedro, ipês, jatobá, figueira, manacá-da-serra; além de espécies frutíferas como pitanga, araçá, cambuci, cambucá, cabeludinha e uvaia. Também se somam à essa diversidade vegetal a samambaiaçu, orquídeas, bromélias, palmito juçara, entre outras.

No que diz respeito à fauna, infelizmente a maior parte das espécies de animais brasileiros ameaçados de extinção são da Mata Atlântica: micos-leões, muriqui-do-norte (mono carvoeiro), lontra, arara-azul-pequena, tatu-canastra, onça-pintada. Outros animais também encontrados no bioma são o sabiá-laranjeira, beija-flor, pica-pau-da-cabeça-amarela, saíra, bugio, preguiça, capivara, só para citar alguns.

A Mata Atlântica é um dos hotspots existentes no planeta, ou seja, é uma das áreas biologicamente mais ricas, significativas e ameaçadas do mundo, com foco de priorização para conservação de sua biodiversidade pela Conservation International (CI); além de Reserva da Biosfera declarada pela Unesco e Patrimônio Nacional de acordo com a Constituição Federal de 1988. As formações vegetais e seus respectivos ecossistemas são a Floresta Ombrófila Densa; Floresta Ombrófila Mista (Mata de Araucárias); Floresta Ombrófila Aberta; Floresta Estacional Semidecidual; e Floresta Estacional Decidual, os manguezais, as vegetações de restingas, campos de altitude, brejos interioranos e encraves florestais do Nordeste, tal como dispõe o art. 2º da lei nº 11.428/06 que dispõe sobre a utilização e proteção do Bioma Mata Atlântica.

Esse precioso bem natural está seriamente ameaçado e está em nossas mãos seu futuro e destino. O manejo e utilização adequada de seus recursos com base numa visão mais holística quanto à integração sociedade e meio ambiente, e suas implicações no modo de vida econômico e cultural que adotamos, e no qual vivemos, e o fomento a ações de conscientização preservacionista se faz necessário para garantirmos às futuras gerações a continuidade e permanência desse bioma que é um dos mais importantes do planeta.

Venha conhecer a Manacá Pitanga e seus roteiros! A experiência de aprender através do lazer será única!

logo manacá pitanga

contato@manacapitanga.com.br

http://www.manacapitanga.com.br

Tel: (12) 3843-3191 / 99759-2338

Cadastur: 26.072893.10.0001-6

Papel Semente

Padrão

Certa vez, ganhei uma tira de papel, que parecia ser uma etiqueta feita com papel reciclado, e fiquei encantada ao saber que tratava-se de um papel semente (expressão essa que apenas mais tarde fui conhecer). Pesquisei um pouco sobre o assunto, e descobri que durante o processo de confecção do papel reciclado, sementes podem ser acrescidas entre as camadas da folha produzida. Os tipos de sementes utilizadas são muitas, como boca de leão, cravo, entre outras flores e temperos. O interessante, é que além de serem produzidos em escala artesanal, para fins artísticos diversos, empresas já o comercializam numa escala  industrial. Com cores, espessuras, texturas e formatos diversos, eles são usados para confecção de convites, cartões, material promocional, embalagens, catálogos, etc.

A proposta do papel semente é simples e poética; a ideia é que no descarte (plantando-se o papel em terra úmida) uma nova vida possa ser germinada!

A seguir listei alguns sites onde é possível encontrar produtos feitos com papel semente; e abaixo tambem é possível conferir um vídeo com o passo a passo para confeccionar seu próprio papel. Então mãos a obra!

papel semente

 

http://www.papelsemente.com.br/

 

papel semente2

http://www.seedpaper.com.br/

 

 

Educação ambiental: biomas brasileiros

Padrão

biodiversidade_mma_bioma[1]Num trabalho de educação ambiental com crianças do 3ºe 4º ano de uma escola municiapal de Ubatuba, trabalhei diversos temas que culminaram numa feira de ciências no ano de 2013.  Um dos temas que junto às crianças desenvolvi foi Biomas Brasileiros, e a seguir coloco a disposição para fins educativos parte do material usado (slides) ao longo do projeto. Recomendo tambem o site Biomas Brasileiros que apresenta material significativo, e em especial destaco o vídeo deles, com belíssimas imagens e informações.

Os slides são ótimos para elucidar as principais características desses biomas e sua localização geográfica.

Vamos conhecer melhor nossas riquezas naturais e paisagísticas e apresentá-las às nossas crianças?! 😉

Até a próxima!

biomas brasileiros

APRESENTAÇÃO PARA AS CRIANÇAS

(clique para ter acesso ao conteúdo)

 

Educação Ambiental com Crianças

Padrão

earth_dayEm meu trabalho com educação ambiental, sempre senti uma aceitação e envolvimento muito maior das crianças em comparação aos adultos. A leitura que podemos fazer em suas atitudes, em seus olhinhos, em sua ansiedade em falar é realmente estimulante e compensador. Com criança é muito simples: ou ela gosta, ou não gosta, e cabe a nós dar a direção a elas… o quão mágico esse caminho pode ser às vezes são elas que nos mostram!

As brincadeiras ao ar livre, o estímulo em mexer com a terra e realizar atividades que envolvam vivência com elementos da natureza são fatores chave para despertar os sentidos da criança numa interação harmoniosa com o meio que a cerca. Os sentidos são mais apurados nas crianças, e a impressão do mundo que as rodeia, o que e como absorvem as informações, tem impacto profundo em sua formação. Ao iniciarmos um aprendizado no universo infantil onde ecologia, relações humanas e sustentabilidade são naturalmente estabelecidas e se inter-relacionam, criamos uma ponte para um real processo profundo de conscientização humana. Segundo Fritjof Capra et al, no livro Alfabetização Ecológica (São Paulo, Cultrix: 2006) “a educação para uma vida sustentável (…) é uma pedagogia que facilita esse conhecimento por ensinar os princípios básicos da ecologia e, com eles, um profundo respeito pela natureza viva, por meio de uma abordagem multidisciplinar baseada na experiência e na participação.”

planeta_terraA Política Nacional de Educação Ambiental é instituída pela lei federal nº 9795/99 e garante o acesso à EA (educação ambiental) a todos, de modo geral, tanto em caráter formal quanto não formal, a fim do “desenvolvimento de uma compreensão integrada do meio ambiente em suas múltiplas e  complexas relações, envolvendo aspectos ecológicos, psicológicos, legais, políticos,  sociais, econômicos, científicos, culturais e éticos.” (Art. 5º, item I). Esta na modalidade do ensino formal engloba também a educação básica, onde na grade curricular pode-se agregar sua aplicação de maneira transversal às disciplinas instituídas. Tanto dentro como fora da escola (caráter não-formal) podemos e devemos, enquanto pais, sociedade e profissionais, trabalhar e fomentar práticas e medidas por um mundo mais equilibrado social e ambientalmente falando.

Um guia interessante para educadores e agentes multiplicadores utilizarem é Plantando Cidadania – Guia do Educador Ambiental do SOS Mata Atlântica, que oferece uma base informativa enriquecedora. Algumas cartilhas que recomendo para trabalhar diretamente com a criançada é Água – ou todos preservam ou ela acaba, e Cartilha do Lixo – lições que não podem ser jogadas fora que fazem parte do Programa de Educação Ambiental e Comunicação Social da BR-135 e Fundação BioRio; Educação Ambiental do Projeto Inovar e Emater- MG, uma manual bem simplificado e de fácil interpretação para trabalhar com crianças de diversas faixas etárias.

untitledQue tal fazer uma horta orgânica?! Trabalhar os conceitos de alimentos mais saudáveis, compostagem e cultivo é outra abordagem fundamental junto às crianças. A cartilha da IAPAR dá uma bela força sobre o assunto num guia prático e elucidativo.

Uma ótima opção também disponível para download é o Jogo ABC do Mangue, que estimula a conscientização e a defesa do meio ambiente, e preservação desse importante ecossistema através de uma brincadeira divertida e educativa. Não posso deixar de recomendar a Cartilha dos Biomas: a natureza ensina a viver que trata do assunto de forma concisa e atraente.

images2Vamos estimular as crianças a praticarem esportes, ter contato com elementos e paisagens naturais, seja em passeios, caminhadas, gincanas ou circuitos ecológicos. O que vale é usar a imaginação e verificar que os pequenos podem dar ótimas sugestões, sem nos esquecermos, é claro, que somos nós que direcionamos e determinamos o foco.

Oficinas de reciclagem, trabalhos manuais e confecção de brinquedos e instrumentos musicais também são uma ótima pedida… mas isso fica como tema para um próximo artigo.

Basta clicar diretamente sobre o nome das cartilhas no texto acima, para ser direcionado automaticamente para os respectivos downloads de todo o material citado, que é disponibilizado gratuitamente para fins educativos, tendo reservado seus direitos autorais.

Espero que tenham gostado, e que esse conteúdo tenha ajudado!